Traduzindo... Carne de porco, frango, boi, feijão, grão de bico, alface, salsinha, cenoura, bananas e bolachas.
É mole? Falar espanhol, ou pelo menos tentar, é tão igual e em alguns momentos tão diferente. Daí que escorregar para o portunhol pode ser uma improvisação às vezes perigosa.
Explicando o comércio em Salamanca:
- Existem las tiendas, que são as lojas de roupas, de calçados, de hogar (móveis e decoração), de eletrônicos e tal e os bazares chinos, no melhor estilo 1,99. E quase todos tem horário de funcionamento de 10 a 14 horas e 16:30 a 20 horas, com a tradicional pausa para siesta. O comércio em geral não abre aos sábados a tarde e nem nos domingos, exceto os bazares chinos, que sempre estão abertos.
- Tem o Mercado Municipal, as carnicerias (açougues), charcuterias (embutidos), pescaderias, panaderias, fruterias, etc.
- Tem muitos restaurantes, bares, cafés e kioskos, para as pequenas compras de bebidas geladas, pães, bolachas, salgados, jornais e revistas. Afinal... comer é quase uma religião e, desde o desayuno (café da manhã), almoço, as várias pausas para o café acompanhado de um tapa (um petisco), uma bebida no fim da tarde... tudo é feito num desses estabelecimentos, e dizem que os melhores são os que tem muitos guardanapos de papel jogados na beira do balcão.
- Para a refeições principais, almuerzo e cena, normalmente se pede um menu del dia, um pacote que inclui primeiro e segundo pratos, sobremesa, bebida e pão, tudo num ritual marcado pelo compasso do seu ritmo de comer, pois o garçons só traz o segundo prato depois que você cruzar os talheres do primeiro, e assim por diante. Qualquer refeição dura uma hora.
- Tem os hipermercados (Carrefour e E.Leclerc) as redes de supermercados, com várias pequenas lojas em todos os bairros (El Arbol, Gadis, Mercadona).
Bom... num desses mercados de bairro, estava eu toda faceira, junto com a Leca e a Cela, comprando gêneros para nosso primeiro almoço caseiro. Já estava na fila do único caixa atendendo, constrangida porque tinha outras senhorinhas para trás, mas se eu as deixasse passar, não teríamos almoço, pois a cidade é repleta de vovózinhas e vovôzinhos. Não mais que de repente estourou um saquinho de lentilhas no nosso carrinho e foi grão prá todo lado. E se um daqueles velhinhos escorregasse ali por minha culpa? Nem pensar! O que fazer, então? Bom... primeiro eu avisei um dos raros atendentes do mercado, depois peguei um par de luvas descartáveis que ficam a disposição dos clientes da frutaria, recolhi o quanto pude de lentilhas do chão, coloquei num saquinho, deixei ali por perto da balança, peguei outro pacote de lentilhas e segui para a fila, novamente, torcendo prá que ninguém caísse por ali.
- Existem las tiendas, que são as lojas de roupas, de calçados, de hogar (móveis e decoração), de eletrônicos e tal e os bazares chinos, no melhor estilo 1,99. E quase todos tem horário de funcionamento de 10 a 14 horas e 16:30 a 20 horas, com a tradicional pausa para siesta. O comércio em geral não abre aos sábados a tarde e nem nos domingos, exceto os bazares chinos, que sempre estão abertos.
- Tem o Mercado Municipal, as carnicerias (açougues), charcuterias (embutidos), pescaderias, panaderias, fruterias, etc.
- Tem muitos restaurantes, bares, cafés e kioskos, para as pequenas compras de bebidas geladas, pães, bolachas, salgados, jornais e revistas. Afinal... comer é quase uma religião e, desde o desayuno (café da manhã), almoço, as várias pausas para o café acompanhado de um tapa (um petisco), uma bebida no fim da tarde... tudo é feito num desses estabelecimentos, e dizem que os melhores são os que tem muitos guardanapos de papel jogados na beira do balcão.
- Para a refeições principais, almuerzo e cena, normalmente se pede um menu del dia, um pacote que inclui primeiro e segundo pratos, sobremesa, bebida e pão, tudo num ritual marcado pelo compasso do seu ritmo de comer, pois o garçons só traz o segundo prato depois que você cruzar os talheres do primeiro, e assim por diante. Qualquer refeição dura uma hora.
- Tem os hipermercados (Carrefour e E.Leclerc) as redes de supermercados, com várias pequenas lojas em todos os bairros (El Arbol, Gadis, Mercadona).
Bom... num desses mercados de bairro, estava eu toda faceira, junto com a Leca e a Cela, comprando gêneros para nosso primeiro almoço caseiro. Já estava na fila do único caixa atendendo, constrangida porque tinha outras senhorinhas para trás, mas se eu as deixasse passar, não teríamos almoço, pois a cidade é repleta de vovózinhas e vovôzinhos. Não mais que de repente estourou um saquinho de lentilhas no nosso carrinho e foi grão prá todo lado. E se um daqueles velhinhos escorregasse ali por minha culpa? Nem pensar! O que fazer, então? Bom... primeiro eu avisei um dos raros atendentes do mercado, depois peguei um par de luvas descartáveis que ficam a disposição dos clientes da frutaria, recolhi o quanto pude de lentilhas do chão, coloquei num saquinho, deixei ali por perto da balança, peguei outro pacote de lentilhas e segui para a fila, novamente, torcendo prá que ninguém caísse por ali.
